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O publicitário Tadeu Almeida se incomodava com o impacto poluidor da indústria da moda. Foi assim que criou o Repassa, plataforma que estimula a economia circular e atrai fundos de investimento vendendo roupas usadas.
A instituição investe tanto diretamente nos negócios como por meio de organizações dinamizadoras – que, por sua vez, apoiam ONGs, cooperativas ou startups que geram impacto social.
A fintech oferece serviços financeiros para ONGs e seus beneficiários, negócios de impacto, micro, pequena e média empresas e pessoas físicas, revertendo parte do lucro para a sociedade e o meio ambiente sem que o usuário gaste nada.
O advogado Henrique Corredor Barbosa sempre quis dedicar mais tempo às causas sociais. Até que decidiu cair dentro de verdade. Agora, conta o que viu e aprendeu arregaçando as mangas como voluntário, da África à Baixada Fluminense.
Criado a partir de um grupo de WhatsApp, o projeto adquire cestas a preço de custo e abastece populações carentes com orgânicos frescos. Agora, por meio de doações recorrentes, os empreendedores querem intensificar o impacto e seguir atuando no cenário pós-pandemia.
Criada em 2016 por três estudantes da Universidade de Brasília, a plataforma tem hoje 50 mil doadores ativos e 7 600 doações diárias, realizadas com uso de uma moeda virtual e bancadas por patrocinadores.
