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Entenda como e por que a empresa, fundada há mais de 60 anos, vem investindo no Lellolab, um núcleo de inovação que aplica antropologia e ciência de dados para estimular interações comunitárias e prototipar fontes de receita para condomínios residenciais.
Com 15 metros de pé-direito, 20 mil m² e capacidade para 3 mil pessoas, o espaço pilotado por Jorge Pacheco acolhe startups pré-selecionadas e times de inovação de gigantes francesas, rejeita o rótulo de “coworking” e quer fazer da Vila Leopoldina um polo de tendências em setores como biotecnologia e inteligência artificial.
Insatisfeito em seu trabalho na Prefeitura, o urbanista Marcelo Rebelo superou sua própria falta de cultura empreendedora para fundar a Cidades.co, uma plataforma usada para mobilizar vizinhos, captar recursos e reformar praças, ruas e parques da capital paulista.
Evelin Mello enfrentou o machismo e a inexperiência para empreender, vendeu lanches para custear uma viagem a São Paulo (onde foi destaque numa aceleração da Artemisia) e trabalha para levar dignidade e habitação saudável a bairros pobres da capital sul-mato-grossense.
Os fundadores aprenderam a "organizar a folia" do carnaval paulistano e, agora, lucram promovendo eventos culturais sempre ao ar livre, gratuitos e "sem perrengue" com limpeza.
Bruno Mahfuz é cadeirante desde os 17. Ele criou um aplicativo, premiado pela ONU, que informa a acessibilidade dos lugares e também uma consultoria para ajudar a tornar o mundo mais inclusivo.
A consultoria atua principalmente em pequenos e médios municípios, ajudando a identificar ineficiências de gastos e propondo soluções simples. Parece mágica, mas é tecnologia de dados.
Criado pelo engenheiro paulistano Matheus Cardoso (que morava numa casa que sofria com enchentes), o projeto já fez mais de 300 reformas de custo baixo na zona leste da capital paulista.
