Empreendedorismo como um estilo de vida. Empreendedores que transformam aquilo que mais gostam de fazer em um negócio.
Como Débora Finkielsztejn e Luis Eduardo de Araújo usaram seus 20 anos de experiência para criar um sistema de ingressos exclusivo para casas de teatro.
Como foi concebida a empresa que tem um "cardápio" infinito de problemas e desafios para resolver.
Nagib Nassif Filho sentia que seu mundo estava virtual demais. Largou a área digital e criou um estúdio para oferecer ao mercado publicitário projetos únicos de hardware.
Eles não inventaram a salada no pote, mas apostaram em um sistema de vendas baseado em confiança (o cliente anota o que consumiu e paga depois) que está se provando um acerto.
A marca de mochilas aposta num produto de qualidade (com garantia vitalícia!) e na resiliência de seu fundador, que inovou "na marra" um negócio familiar.
Gigantes como a Amazon/Kindle e também editoras independentes, como a e-galáxia, são alguns dos players deste nicho que cresce a cada dia ao colocar o autor no centro do business.
Depois de empreender com sucesso no Rio, Carol Figueiredo e Bia Lobato decidiram tentar repetir o feito nos Estados Unidos, com as vantagens e desvantagens das diferenças culturais.
Marcelo Machado decidiu empreender aos 50 anos e colocou no cardápio de seu pequeno restaurante tudo o que queria ver no mundo.
Miguel e Júlia nunca quiseram algo megalomaníaco, mas o fato é que o festival cresceu mais que o esperado. Eles contam como preservam o conceito original.
Ênio e Gorete levaram algum tempo para colocar na rua a única empresa que vende o produto no Brasil. As folhas são orgânicas e substituem, com vantagens, o papel alumínio na gastronomia.