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Empreendedores que transformam o mundo ao redor.
Empresas que constroem um legado positivo para a sociedade.
A fome e a insegurança alimentar rondam a vida de milhões de brasileiros. Enquanto isso, a cada dia toneladas de comida vão para o lixo. Saiba como três negócios sociais brigam para acabar de vez com esse desperdício.
Seis em cada dez empresas que recebem denúncias dizem que a qualidade das informações prestadas dificulta a investigação. Nesse cenário, a tecnologia chega para garantir que os comunicados de fraude sejam mais efetivos.
Um café orgânico produzido em sistema de agricultura familiar na Amazônia pode estar numa mesa paulistana em seis dias úteis; com plano ousado, Via quer expandir estratégia ESG para outras marcas do grupo ainda neste ano.
Pedro Leitão já beirava os 70 anos quando decidiu empreender de novo. Ele pilota a 50Mais, empresa de logística de última milha que recruta entregadores sêniores (o mais velho tem 78), garantindo assim uma renda extra.
Diretor-presidente do Instituto Votorantim diz que a instituição diversificou ações na pandemia, colabora com centenas de municípios pelo país e acaba de criar fundo para apoiar startups que dialogam com sua agenda ESG.
Para a diretora executiva, Francine Lemos, “as empresas precisam olhar para demandas reais da sociedade para conseguir entregar causas relevantes”. Clima, diz ela, é uma obrigação, mas o social é ‘a’ questão do país.
Segundo dados da CapTable, o impacto social gerado por startups que buscam capital se tornou um dos principais critérios de decisão para quatro em cada dez investidores.
Nascida em 2021, a Beeva já processou 120 toneladas de mel com investimento em tecnologia e treinamento para produtores do semiárido; assim, quer transformar a caatinga em um bioma-estrela da apicultura mundial.
