O Wepool facilita a vida de universitários paulistas que precisam de carona

Marina Audi - 14 nov 2018
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Nome:
Wepool.

O que faz:
É um aplicativo de oferta e demanda de carona que interliga estudantes de uma mesma universidade e raio de geolocalização.

Que problema resolve:
Focado em mobilidade urbana, o app busca facilitar a locomoção dos estudantes de forma prática e diminuir o intenso tráfego de veículos em São Paulo, contribuindo ainda com o meio ambiente na menor  emissão de poluentes.

O que a torna especial:
Segundo os sócios, o diferencial da proposta é a segurança, porque só é possível utilizar o app e participar de uma rede se o usuário for aluno da faculdade cadastrada.

Modelo de negócio:
A princípio, a estratégia de receita da startup é baseada em venda de publicidade, mas os sócios afirmam que, ao longo do tempo, introduzirão funcionalidades pagas. No momento, não cogitam lucrar com a carona, de forma individualizada. “Nossa estratégia é deixar o aplicativo gratuito para aumentarmos, significativamente, o número de usuários e, com isso, monetizar nossa base de uma forma direcionada, através de patrocinadores que desejem atingir esse público-alvo”, conta a fundadora Beatriz Simões Garcia de Oliveira.

Fundação:
Agosto de 2018.

Sócios:
Beatriz Simões Garcia de Oliveira — Cofundadora e CEO
Allan Rangel Barros — Cofundador e Diretor de Tecnologia

Perfil dos fundadores:

Beatriz Simões Garcia de Oliveira — 23 anos, São Paulo (SP) — é formada em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e estudante de Direito na mesma faculdade.

Allan Rangel Barros — 39 anos, São Paulo (SP) — é formado em Tecnologia da Informação pela Unisul e tem mestrado em Ciências da Computação pela The Rockfeller University (EUA). Foi professor nas faculdades de Taboão da Serra, Nossa Cidade,  FNC e trabalhou dez anos na Anhaguera Educacional. É fundador e CEO da Geolan.

Como surgiu:
Enquanto cursava a faculdade de Administração de Empresas, Beatriz conta que teve a ideia de criar o aplicativo pela  vontade de fazer alguma diferença na sociedade a partir de uma mudança no cotidiano das pessoas. A proposta passou por bancas, avaliações e até pela pré-incubadora da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Estágio atual:
O Wepool roda, atualmente, como projeto-piloto em Android, na Fecaf (que possui 2.365 alunos), em Taboão da Serra, na Grande São Paulo. Na primeira semana, cadastraram-se 200 pessoas. Hoje, já são 771 usuários ativos na plataforma. Para usar o app, o estudante deve fazer o login com o CPF e criar uma conta, indicando se vai pegar ou dar carona, incluir as informações do carro e endereço.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os sócios investiram de capital próprio: 20 mil reais para o desenvolvimento do app, 5 mil reais para criar a identidade visual do hotsite e 10 mil reais em campanha publicitária.

Necessidade de investimento:
A Wepool quer levantar uma rodada de 285 mil reais para expandir o serviço a outras faculdades e, também, a empresas de grande porte (com mais de 1.000 funcionários). Além disso, parte do valor deve ser usado para desenvolvimento da plataforma IOs.

Mercado e concorrentes:
A startup vê o mercado de forma otimista. Os sócios contam que o Brasil já rompeu barreiras na área de mobilidade urbana e as ferramentas que vieram antes permitiram às pessoas se habituarem a entrar em carros de estranhos e confiarem na tecnologia. A ideia é que o Wepool contribua também para “desafogar” os meios de transporte. Os sócios afirmam que o app não tem concorrentes diretos, focados neste nicho específico, mas apontam como indiretos o Blá Blá Car (focado em viagens) e grupos no Facebook, nos quais os usuários combinam as caronas.

Maiores desafios:
Segundo a CEO, o engajamento dos alunos nas faculdades é uma barreira a ser rompida. “Com isso superado, haverá o entendimento de que o app pode trazer uma mudança significativa para a sociedade”, diz.

Faturamento:
Não fatura ainda.

Previsão de break-even:
Segundo semestre de 2020.

Visão de futuro:
“Queremos ser a maior plataforma nacional de caronas entre universitários e entre funcionários de grandes empresas, impactando positivamente no tráfego das cidades brasileiras. E também, expandir para os demais países da América”, conta Beatriz.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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