Negócios de escala. Empresas feitas para crescer rapidamente. Empreendedores que se movem pela geração de riqueza.
Eduardo Grinberg, fundador da startup, percebeu que seu produto ficaria ainda mais forte se somasse forças com um instituto de pesquisa de opinião.
Tito Gusmão criou a fintech com uma sacada: ele "vende" o objetivo final do investimento (uma viagem, um apartamento) em vez de falar de números e comissões — que, aliás, não cobra.
Inovadora para o cliente, conservadora para o investidor, a Nexoos tem se destacado no mercado internacional pela solução que agiliza empréstimos para empreendedores.
Wellington Moscon e Priscila Santos são sócios na startup de realidade aumentada, mista e virtual que já conquistou clientes de peso — e foi eleita a "mais atraente" de 2017.
A startup brasileira decidiu olhar para algo que os outros sistemas estavam esquecendo: a lógica de navegação do comprador.
Guilherme Müller, Alexandre Pereira e Marcela Miranda contam como foi criar um cartão de crédito que oferece cashback (dinheiro de volta) e ainda ajuda a financiar negócios sociais.
A empresa mineira vem ganhando clientes ao juntar as "pontas soltas" da indústria, facilitando o reaproveitamento das sobras de produção e certificando processos dessa cadeia.
Lucas Mendes e Lachlan de Crespigny faturam ao pré-selecionar profissionais de setores disputados de tecnologia — e cobrar das empresas para terem acesso a eles.
Alexander Leal e Leonardo Pires apanharam para ganhar clientes, demoraram para contratar e, só agora, começam a se comportar como uma startup.
Em poucos meses a startup já chama atenção por tratar diretamente com a população desbancarizada. Sim, ela lucra no giro do eletricista, do piscineiro...