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Em seu Relato Integrado 2021, a Vivo destaca como leva a digitalização a milhões de brasileiros, aproximando pessoas, negócios e sociedade, contribuindo para a construção de um país mais conectado – sempre apoiada nos critérios ESG.
“Ainda escutamos que é melhor jogar fora do que ter dor de cabeça. Nós sempre provocamos o empresário dizendo que a dor de cabeça deveria ser deitar no travesseiro após jogar fora comida boa", diz o CEO da Food to Save.
Ações daqui em diante devem ser mais genuínas, com as empresas buscando colaborar com o ambiente e a sociedade em áreas significativas para elas, avalia o responsável pela área de Impacto Social da companhia.
Maior fabricante de queijos do país passou a destinar parte de seus efluentes para pastagem da pecuária leiteira em Minas. Os resultados são tão animadores que a empresa já prevê ganhos para seu balanço de carbono.
Uma visão afiada de negócio a serviço do impacto social. Alcione Albanesi conta como se desligou da indústria de lâmpadas para liderar a Amigos do Bem, ONG que luta para romper o ciclo de miséria no semiárido nordestino.
A foodtech vende géis de carboidrato, usando ingredientes dos biomas brasileiros. Ao mesmo tempo, seu modelo de produção contribui com o reflorestamento e a manutenção das florestas nativas.
Para a empresa de refeições congeladas, o plantio dedicado traz uma relação de confiança, a garantia de produtos frescos e saudáveis na linha de produção e, também, uma diferenciação da marca frente aos concorrentes.
Startup que conta com o apoio da Royal Academy of Engineering recicla rejeitos agrícolas do cacau. “O que a indústria do chocolate aproveita é amêndoa, ou seja, 10%. A cadeia tem desperdício altíssimo”, diz Fábio Santos.
