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Os Jogos de Tóquio 2020 acabam de ser adiados para 2021 por conta da pandemia do coronavírus. Em homenagem ao espírito olímpico, republicamos nossa reportagem sobre a plataforma de jornalismo esportivo que surgiu como um blog despretensioso durante a Rio-2016, cresceu e virou fonte de referência na cobertura do Panamericano de Lima, em 2019.
Fundada em Itajubá (MG), a empresa desenvolveu um sistema de filmagem que gera vídeos de 15 segundos, com upload automático, durante o desenrolar das partidas – e vende o serviço para quadras esportivas de aluguel, que usam os filmetes como ferramenta de divulgação.
Lançado em 2013, o site colaborativo de conteúdos de esporte alcança hoje 10 milhões de usuários únicos por mês. Para não depender mais de publicidade, o portal pivotou em 2019 e criou a Navve, um braço de tecnologia para dar suporte a outras plataformas.
Com inglês afiado e habilidade nos pés, o carioca – e flamenguista – Bruno Pessoa descolou uma bolsa integral numa universidade da Califórnia. Agora ele é o CEO de uma plataforma que conecta atletas de 13 a 23 anos a técnicos e clubes de futebol (e pretende chegar a meio milhão de usuários até o fim de 2020).
De blog despretensioso criado na empolgação com a Rio-2016, a plataforma de conteúdo ganhou corpo, brilhou na cobertura dos Jogos Pan e Parapan-Americanos em Lima, no Peru, e se transformou em fonte de pesquisa e referência para a imprensa esportiva do Brasil.
Quando a tentativa de um marketplace com personal trainers como vendedores não deu certo, os sócios Pedro Reis e Tomás Camargos pivotaram desenvolvendo uma startup B2B que estimula atividades físicas, com ganhos para a saúde e a interação entre os funcionários.
Andréa Cavalcante fala das vitórias no esporte e em relação à doença, com a qual convive há 20 anos. Ela encontrou na natação uma terapia e uma forma de se desafiar, mantendo a saúde em dia.
