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Num setor ainda marcado pelo desperdício e pela pressa, a CÓS faz o movimento oposto: trabalha com o que já existe, valoriza o tempo de quem produz e mostra que é possível unir moda e responsabilidade sem abrir mão da beleza.
Formada em administração, a paraense Patrícia Souza sempre foi apaixonada por moda. Com a Retrô Chic, ela lança coleções de vestidos e camisas que celebram a identidade e as festas do calendário local, como o Círio de Nazaré.
Fernanda Covos, Talita Victorino e Bruna Coimbra se conheceram na Riachuelo, mas queriam criar outra relação com a indústria da moda. Hoje, as três empreendem a Orgâniccas, que produz camisetas com algodão da agricultura familiar do Nordeste.
Um dia, Cynthia Arcas Borgh levou uma bronca do filho por deixar o chuveiro ligado. A partir daí, ela despertou para o tema da sustentabilidade e fundou a Arcas Bear Sneakers, marca de tênis feitos de plantas que promove o consumo consciente.
Conectar cadeias produtivas com respeito à natureza para gerar impacto por meio de um tênis descolado: fundada por Sébastien Kopp e François-Ghislain Morillion, a Veja produz milhões de pares no Brasil e exporta para uma centena de países.
Luiz Gustavo Rosa foi sócio de diversos negócios, até pegar gosto pelo empreendedorismo de impacto. Ele está à frente da Tairú, que cria tênis, roupas e acessórios com matéria-prima vegana e práticas sustentáveis.
Na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul, uma centenária colônia de pesca se reinventou através da moda sustentável. Saiba como as Redeiras reaproveitam os resíduos da atividade pesqueira para criar bolsas, carteiras e colares artesanais.
Até os 6 anos, Sioduhi se comunicava apenas em tukano, língua falada por seu povo, os piratapuya. Hoje, o estilista se baseia nas tradições indígenas para produzir roupas com fibras da Amazônia e um corante têxtil à base da casca da mandioca.
Depois de trabalhar em grifes, Adriana Meira decidiu montar seu ateliê em uma fazenda no sertão baiano. Hoje, a estilista desenha e borda peças inspiradas por religiões de matriz africana que cativam clientes como Preta Gil e Letícia Colin.
Em entrevista exclusiva a NetZero, atriz e empresária conta por que decidiu ir na contramão da indústria fast fashion, uma das mais poluentes do planeta, e empreender na moda consciente.
