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Criado na periferia de Salvador, Charles Hermann cresceu sem saber nada sobre alta-costura ou semanas de moda. Ele conta como se encantou por esse mundo, desbravou a carreira de estilista e virou sócio de seu próprio ateliê.
Luis Salvatore cursou direito e atuou em multinacionais, mas o amor pela fotografia falou mais alto. Depois de anos documentando o país, ele criou o Instituto Brasil Solidário, que tenta suprir lacunas do ensino público com jogos educativos.
Enquanto trilhava uma carreira corporativa, Ana Flávia de Sá sentia falta de algo que não sabia nomear. Um dia, ao ver um anúncio impresso no jornal, ela decidiu pedir demissão e desbravar um novo caminho profissional no terceiro setor.
Quer dedicar tempo e energia a uma causa, mas não sabe por onde começar? Daniel Morais tinha essa dúvida quando criou o Atados. Entenda como a plataforma busca transformar o país conectando organizações e pessoas interessadas em voluntariado.
Sobrinha de profissionais da saúde, Ana Beatriz Araújo viu como a pandemia afetou quem estava na linha de frente. Ela então fundou, aos 17 anos, o Juventude pelo SUS, movimento para ampliar as vozes de quem vive a saúde pública no dia a dia.
Juliana Camargo acolhia animais por conta própria, mas entendeu a necessidade de profissionalizar esse cuidado. Assim nasceu o Instituto Ampara Animal, que viabiliza o manejo ético de cães e gatos e projetos de proteção à fauna nativa.
Você doa frequentemente ou só em situações emergenciais? No novo episódio do Drafters, Joana Ribeiro Mortari, referência na área de filantropia, fala sobre como cultivar uma cultura de doação para fortalecer causas, organizações – e o Brasil.
Ao trocar a vida no interior pela capital do seu estado, Jorge Cordeiro descobriu uma pandemia silenciosa de solidão. Ele conta como criou o projeto Psicanálise na Praça, que oferece terapia gratuita em encontros quinzenais.
Gabriela Yamaguchi trabalhou por anos no jornalismo até migrar para o Terceiro Setor. Ex-diretora do WWF-Brasil, ela fala sobre a difícil transição de carreira, as estruturas arcaicas que impedem mudanças efetivas e diz o que espera da COP30.
“Ser hipersensível”, Josiane Aparecida da Silva convivia com dores físicas e emocionais. Ela conta como uma bebida sagrada a levou a encontrar propósito na natureza, no cuidado com as abelhas e na cura de si mesma.
