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Gente que trouxe a disrupção para a própria vida.
Hackers que inovaram radicalmente em suas trajetórias pessoais.
Mulheres se desdobram no cuidado com a casa, a família e a carreira, e muitas vezes acabam deixando as amizades de lado. Criadora da Lúcidas, Larissa Magrisso quer mudar isso e exaltar o poder do vínculo entre amigas.
Juliana Curi alcançou seu sonho de fazer carreira na publicidade. Até que o ritmo puxado e um período sabático a levaram a repensar a vida, descobrir o gosto pelo desenho e empreender uma marca de bolsas com estampas multicoloridas.
Não basta ser feminista, é preciso ser antimachista: como a minha filha abriu meus olhos para o horror cotidiano do assédio na vida de meninas e mulheres – e a persistência grotesca do machismo estrutural.
Internet em excesso vicia e faz mal, e o risco é ainda maior entre os jovens. Heitor Cunha conta como desenvolveu uma solução tecnológica para monitorar e reduzir o tempo de tela do seu filho – e tornar sua rotina mais saudável.
Carolina Nunes redirecionou sua carreira para atuar na área social. Ela fala sobre essa transição e seus desafios hoje no Refúgio 343, organização que trabalha no acolhimento de refugiados de países como Venezuela, Afeganistão e Haiti.
Complicações decorrentes de uma cirurgia estética deixaram Paula Esteves perto da morte. Foi aí que ela criou para si uma nova missão de vida: oferecer mentoria gratuita e ajudar microempreendedores a alavancarem seus negócios.
Empreendedor há três décadas, Otávio Ribeiro Valle compartilha seus ajustes de rota, alerta para o risco de se confundir "modismo" com "tendência" e conta como a experiência adquirida ao longo dos anos fortaleceu sua visão de negócio.
O teatro como ferramenta de engajamento social: Marina Zurita conta como criou uma peça premiada em Nova York que se inspira em relatos reais para trazer à tona a vida dura das catadoras de materiais recicláveis da periferia de São Paulo.
Depois de anos alisando o cabelo, Jocimara Barros de Oliveira passou por uma transição capilar e resgatou sua identidade como “mulher preta crespa”. Hoje, à frente do seu próprio salão, ela guia as clientes nesse processo.
Rafael Kenji escolheu cedo a medicina e se encaminhava para ser cirurgião. Porém, as reviravoltas da vida (e uma passagem por Harvard) o levaram a mudar de ideia e liderar uma venture builder para startups de educação e saúde.
