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Gente que trouxe a disrupção para a própria vida.
Hackers que inovaram radicalmente em suas trajetórias pessoais.
Morador de Paraisópolis, Guilherme Silva Santos quer cursar engenharia, mas conta como mergulhar no ofício de jornalista, em um projeto do Einstein, mudou sua visão sobre a ciência, a comunicação e a própria vida na comunidade.
Mulheres se desdobram no cuidado com a casa, a família e a carreira, e muitas vezes acabam deixando as amizades de lado. Criadora da Lúcidas, Larissa Magrisso quer mudar isso e exaltar o poder do vínculo entre amigas.
Juliana Curi alcançou seu sonho de fazer carreira na publicidade. Até que o ritmo puxado e um período sabático a levaram a repensar a vida, descobrir o gosto pelo desenho e empreender uma marca de bolsas com estampas multicoloridas.
Não basta ser feminista, é preciso ser antimachista: como a minha filha abriu meus olhos para o horror cotidiano do assédio na vida de meninas e mulheres – e a persistência grotesca do machismo estrutural.
Internet em excesso vicia e faz mal, e o risco é ainda maior entre os jovens. Heitor Cunha conta como desenvolveu uma solução tecnológica para monitorar e reduzir o tempo de tela do seu filho – e tornar sua rotina mais saudável.
Carolina Nunes redirecionou sua carreira para atuar na área social. Ela fala sobre essa transição e seus desafios hoje no Refúgio 343, organização que trabalha no acolhimento de refugiados de países como Venezuela, Afeganistão e Haiti.
Complicações decorrentes de uma cirurgia estética deixaram Paula Esteves perto da morte. Foi aí que ela criou para si uma nova missão de vida: oferecer mentoria gratuita e ajudar microempreendedores a alavancarem seus negócios.
Empreendedor há três décadas, Otávio Ribeiro Valle compartilha seus ajustes de rota, alerta para o risco de se confundir "modismo" com "tendência" e conta como a experiência adquirida ao longo dos anos fortaleceu sua visão de negócio.
O teatro como ferramenta de engajamento social: Marina Zurita conta como criou uma peça premiada em Nova York que se inspira em relatos reais para trazer à tona a vida dura das catadoras de materiais recicláveis da periferia de São Paulo.
Depois de anos alisando o cabelo, Jocimara Barros de Oliveira passou por uma transição capilar e resgatou sua identidade como “mulher preta crespa”. Hoje, à frente do seu próprio salão, ela guia as clientes nesse processo.
