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Gente que trouxe a disrupção para a própria vida.
Hackers que inovaram radicalmente em suas trajetórias pessoais.
Daniel Vicentini Lelis narra suas experiência, junto à esposa Thaisa Marini e aos dois filhos, na China. A família descobriu uma nação não tão comunista quanto imaginava e um lugar em que tradição e novidade se misturam.
Tenile Vicenzi trabalhou por 13 anos na área de Propaganda e Marketing, até que uma pesquisa sobre consumo fez com que se colocasse na pele de quem adquiria o que ela vendia como "salvação de uma vida medíocre".
Ariane Noronha trabalhou como babá no estado de Virgínia. Quando voltou, decidiu criar a Soul Bilíngue, uma organização que ensina inglês para jovens da periferia e os incentiva a realizar o sonho de se aventurar no exterior.
A publicitária Gabriela Hunnicutt já precisou costurar e vender pijamas para poder comprar roupas de trabalho. Depois, acabou acumulando peças. Para "limpar" o armário e ajudar mulheres com menos condições financeiras, ela criou o projeto Look de Respeito.
Aziz Camali Constantino poderia ter seguido carreira na empresa familiar de implantes dentários. Mas preferiu se arriscar e fundou dois negócios na área criativa. Em seu artigo, ele conta o que aprendeu sobre a "utopia empreendedora".
Depois de perder a conexão com o mundo corporativo, a publicitária Sheila van der Zeijden investiu na formação em coaching, em terapias integrativas e na alquimia. Ela voltou a atender empresas — agora com um novo olhar.
Depois de largar o emprego no Google e passar por projetos relacionados à permacultura, à bioconstrução e ao autodesenvolvimento, Felipe Chammas conta como reaprendeu a aprender por meio da experimentação.
O que acontece quando se vê tão de perto histórias e pessoas que mudam o mundo? Depois de quase cinco anos à frente do Draft, a editora-chefe Phydia de Athayde deixa o cargo e conta o que aprendeu.
