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Empreendedores que transformam o mundo ao redor.
Empresas que constroem um legado positivo para a sociedade.
Insatisfeito em seu trabalho na Prefeitura, o urbanista Marcelo Rebelo superou sua própria falta de cultura empreendedora para fundar a Cidades.co, uma plataforma usada para mobilizar vizinhos, captar recursos e reformar praças, ruas e parques da capital paulista.
A feira carioca de produtores artesanais intensificou sua periodicidade (de uma vez por mês para semanal), realizou em agosto sua primeira edição paulistana e aumentou o faturamento com a adoção de mensalidade fixa e contribuições definidas em assembleia.
Fundada em 2012 com a proposta de coletar dados para apoiar políticas públicas, a startup pivotou e foca agora em “cutucões” de reforço positivo para melhorar indicadores escolares (na África, inclusive) e reduzir a inadimplência por meio do estímulo à educação financeira.
Com um modelo B2B2C, a empresa atua para minimizar o principal gargalo da agricultura familiar no Brasil, a distribuição — e consegue vender alimentos sem agrotóxicos com preço justo e remuneração adequada ao agricultor.
Da montagem do cardápio à contratação da equipe, da relação com os fornecedores à gestão dos resíduos, a preocupação socioambiental permeia de ponta a ponta o estabelecimento de cozinha vegana, que surgiu no Rio e ganhou neste ano uma filial paulistana.
A empresa quer criar um “mercado positivo” da madeira nobre, implementando a produção em antigas áreas desmatadas (hoje, são 70 hectares em Roraima e Minas Gerais), evitando a extração ilegal e oferecendo títulos florestais com cota mínima de cerca de R$ 450.
Evelin Mello enfrentou o machismo e a inexperiência para empreender, vendeu lanches para custear uma viagem a São Paulo (onde foi destaque numa aceleração da Artemisia) e trabalha para levar dignidade e habitação saudável a bairros pobres da capital sul-mato-grossense.
Com foco no conceito de Lixo Zero, o estabelecimento engaja manicures e cabeleireiros no descarte correto de restos de produtos, doa mechas cortadas a uma ONG que faz perucas para pacientes com câncer e se destaca num mercado pouco atento a seu impacto ambiental.
Vencedora (na última quarta, 25) do Innovation Awards Latam, a startup mineira cria soluções que ajudam pessoas com paralisia cerebral e movimentos limitados a se comunicar – e aposta agora num modelo de acessibilidade por assinatura para impactar mais gente.
Com apoio do Google, o programa Startup in School é o carro-chefe da consultoria de inovação social, que encoraja o protagonismo dos alunos do Ensino Médio engajando estudantes da rede pública no desenvolvimento de aplicativos para resolver problemas concretos.
