A Páscoa está chegando e, com ela, aquela vontade louca de comer chocolate. À frente da Super Vegan, Juliana Salgado produz 5 toneladas da guloseima vegana por mês, e vem atraindo aportes de investidores da indústria plant-based.
Tiago Mattos explica por que não se intitula mais “futurista”, ataca o mercado da “suposta inovação”, conta o que são os Objetos do Amanhã e como ele e a Aerolito alfabetizam pessoas e empresas para serem fluentes em futuros (sim, no plural).
A startup oferece workshops, palestras, conteúdos e podcast sobre tecnologias emergentes para que profissionais e companhias se mantenham atualizados, competitivos e protagonistas de ações que gerem impacto na sociedade.
O poder do líder nas organizações virou algo artificialmente superestimado. A consultora Patricia Cotton explica seu conceito de “CEOs encoleirados” e por que precisamos, mais do que nunca, de um novo paradigma de liderança.
Ele poderia ser o estereótipo do “farialimer”; em vez disso, ajuda cooperativas de agricultura familiar a captar investimento. João Paulo Pacífico detona o mercado financeiro e conta por que decidiu transformar o seu Grupo Gaia em uma ONG.
Alavancar a presença feminina em carreiras ligadas à ciência é urgente. Visitamos o centro de inovação da P&G, gigante global de bens de consumo, onde 58% dos cientistas são mulheres e a maioria ocupa cargos de liderança.
Falar de dinheiro ainda é um tabu em muitos lares do Brasil. Gabriel Roizner e Yael Israeli, fundadores da Mozper, explicam como a fintech quer mudar essa mentalidade e formar uma nova geração mais consciente de suas finanças.
Segundo pesquisas, o cultivo da planta promete ajudar na revitalização do solo e na redução da pegada de carbono. A aquisição do token, batizado de KNN, colaboraria para gerar impacto ambiental positivo.
Dar um match num aplicativo de namoro virou uma decisão política. Conheça a Similar Souls, startup brasileira por trás do Lefty, que acaba de expandir para os EUA (e saiba por que paquerar pelo “Tinder de esquerda” ainda é um desafio).
A pandemia destravou o trabalho remoto, mas recrutar colaboradores ainda é um desafio. Saiba como a Ollo usa tecnologia e curadoria de talentos para encontrar em até 48 horas o profissional que a sua empresa precisa.