A opressão aos povos originários se perpetua em sua exclusão do ecossistema empreendedor. Anápuàka Tupinambá fala sobre os desafios da Rádio Yandê, há mais de uma década no ar, e seu novo projeto, uma fintech feita por e para indígenas.
Mudar a realidade exige imaginação e compromisso coletivo. A afrofuturista Grazi Mendes conta como um diagnóstico de câncer a levou a entrar em contato com sua própria ancestralidade — e a transformar essa epifania em um livro.
A Diáspora.Black nasceu com foco no turismo como ferramenta antirracista. A empresa sobreviveu à pandemia e às dívidas, diversificou o portfólio com treinamentos corporativos e fatura milhões sem perder de vista sua missão.
Depois de anos alisando o cabelo, Jocimara Barros de Oliveira passou por uma transição capilar e resgatou sua identidade como “mulher preta crespa”. Hoje, à frente do seu próprio salão, ela guia as clientes nesse processo.
A plataforma aposta na tecnologia para apresentar aos usuários aldeias indígenas, conhecimentos ancestrais e lugares de difícil acesso, como a Floresta Amazônica, por meio de roteiros imersivos.
Alguns anos atrás, Andrea Janér resolveu compartilhar suas sacadas durante o festival de inovação SXSW. Dessa experiência nasceu a Oxygen, dedicada à curadoria de conteúdos para consolidar o pensamento crítico estratégico.
Conheça o negócio social que dá visibilidade e fomenta o trabalho de mães pretas, pardas, afro-indígenas, indígenas, refugiadas e imigrantes negras empreendendo em diferentes setores.
Quem sou eu? De onde eu venho? O jornalista Daniel Schneider conta como um exame de ancestralidade o levou a embarcar numa jornada surpreendente que revela suas origens — e antevê seu futuro.
Quando a pandemia fechou o comércio, os irmãos Johnny e Jonathan Chang se viram diante do desafio de digitalizar às pressas a operação do empório oriental de sua família e lidar ao mesmo tempo com a morte do pai, vítima da Covid. Saiba o que eles aprenderam no caminho.