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Fundada em 2012 com a proposta de coletar dados para apoiar políticas públicas, a startup pivotou e foca agora em “cutucões” de reforço positivo para melhorar indicadores escolares (na África, inclusive) e reduzir a inadimplência por meio do estímulo à educação financeira.
Henrique Mendes transformou um negócio à beira da falência em uma startup de cartões pré-pagos para os pais depositarem o dinheiro do lanche e acompanharem a alimentação dos filhos no colégio.
À frente da primeira plataforma do tipo atuando no Norte e no Nordeste, Rafael Rios conta como faz o elo entre construtoras e o financiamento coletivo. A partir de R$ 1.000 já tem negócio.
