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Com seu TCC, Joyce Querubino queria ajudar pacientes extubados pós-Covid e, depois, a própria avó, que sofrera um AVC. A ideia evoluiu e virou o LoriComunica, ferramenta hoje usada por pessoas com autismo, paralisia cerebral e câncer na garganta.
Diretora-executiva do Instituto Coca-Cola Brasil, Daniela Redondo fala sobre o trabalho da organização para superar gargalos na inclusão produtiva de jovens brasileiros em situação de baixa renda — e o que esperar de sua participação no Impacta Mais 2026.
Antes de dominar habilidades técnicas, é preciso aprender a ver valor no que se faz. Cofundadora da Aliança Empreendedora, Lina Maria Useche conta como a organização trabalha há 21 anos para fortalecer microempreendedores da base da pirâmide.
O lucro que destrói aquilo que o sustenta é uma forma perigosa de miopia. Co-CEO do Sistema B, Rodrigo Gaspar explica por que, avanços à parte, a ideia de sustentabilidade já não basta para nortear os negócios do futuro.
A falta de diversidade no mercado audiovisual inquietava (e inquieta) Marcelo Machado. Sua resposta foi empreender a Causar, que forma alunos em bairros periféricos e atua para dar protagonismo a pessoas com deficiência.
Filha de nordestinos que recomeçaram a vida em São Paulo, Elis Tolosa conta sua trajetória, da busca pela estabilidade no mundo corporativo à descoberta do propósito no impacto social e ao empreendedorismo na área da saúde.
Empresas pagam 1 real por cada visualização completa de vídeo, e o valor é repassado integralmente a projetos beneficentes: conheça a proposta da Doe Tempo, startup de impacto fundada por um trio de amigos.
Cinco anos atrás, Aziz Camali Constantino trocou São Paulo por Ilhabela, no litoral norte paulista. Mais do que uma “fuga” da metrópole, a mudança foi uma decisão estratégica que ajudou a transformar sua visão sobre onde o futuro pode nascer.
Quer dedicar tempo e energia a uma causa, mas não sabe por onde começar? Daniel Morais tinha essa dúvida quando criou o Atados. Entenda como a plataforma busca transformar o país conectando organizações e pessoas interessadas em voluntariado.
O blockchain a favor da Amazônia: com sede em Manaus, a ForestiFi converte frações de produtos da bioeconomia local (como açaí ou pirarucu) em ativos digitais oferecidos a investidores, gerando renda e fortalecendo a preservação da floresta.
