Como uma pequena fábrica de corantes de Elberfeld ajudou a inventar as chapas de raio X, os filmes fotográficos e o cinema falado, enquanto desenvolvia produtos farmacêuticos e agrícolas de alcance global que renderam até o prêmio Nobel de Medicina a um de seus cientistas.
Adriana Rached, diretora de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios na América do Sul da Ingredion, explica o papel crítico da empresa (e das startups) para suprir as indústrias alimentícia, farmacêutica e de embalagens no cenário de Covid-19.
A startup goiana aplica engenharia genética, inteligência artificial e softwares de bioinformática para criar novas moléculas que poderão ser patenteadas e licenciadas à indústria farmacêutica. Em um ano, foram oito produtos descobertos, incluindo três quimioterápicos de baixo efeito colateral.
Gerente de novos negócios da Eurofarma, Marco Billi fala sobre os programas de aceleração da companhia e as perspectivas para a indústria de medicamentos inovar em um cenário de startups de telemedicina e gigantes de tecnologia investindo em saúde.