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A rede de "cultural hackers" reinventou seu modelo de negócio e opera hoje com base na autogestão. Sua missão é inspirar marcas a encontrar seu real propósito, levando em conta movimentos culturais emergentes
Depois do boom do lançamento, a startup que se firmou oferecendo vagas que tivessem "match" de ideais com candidatos quer atrair um fundo de investimento para uma nova etapa de crescimento.
Ex-executivo de grandes empresas, Eduardo Seidenthal criou uma rede que usa o autoconhecimento para transformar vidas e carreiras. E ele acaba de abrir mão de ser "dono" do negócio: donos são todos.
