TODAS AS CATEGORIAS
Um ano atrás, Tatiana Pimenta compartilhou no Draft a dor de uma perda gestacional. Hoje, a CEO da Vittude conta como aprendeu que resiliência não significa resistir o tempo todo, mas saber parar e confiar que “o que é pra ser, floresce”.
Elaine Asato trabalhava em uma multinacional, até que um dia começou a enfrentar problemas de visão. Ela conta como transformou esse desafio em superação e construiu uma nova carreira na área de desenvolvimento humano.
Claudia Issa só foi se reconhecer como portadora do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade já na idade adulta. Ela conta como transformou sua inquietação constante em um ativo e hoje divide seu tempo entre a cerâmica e a pintura.
Na pandemia, o engenheiro Raphael Koyama deixou a carreira e o sonho de empreender com impacto social para ajudar a salvar o restaurante dos pais. Ele conta como pivotou o negócio para o delivery – e o que aprendeu sobre trabalhar em família.
Grávida aos 16, Simone Freire decidiu ter o filho e cursar Jornalismo. Ela compartilha a jornada que a levou a fundar a agência Espiral Interativa e o Movimento Web para Todos, que batalha pela inclusão digital de pessoas invisibilizadas.
Danielle Marques visitou o Vale do Silício graças a uma vaquinha online, mas viu que era a única pessoa negra no grupo. Na volta, fundou o Do Silêncio ao Silício, que leva afroempreendedores de tecnologia para imersões na Califórnia.
Como tantos jovens no país, Vitor Hugo de Oliveira começou a trabalhar cedo, aos 15, sem saber bem o que queria da vida. Ele conta como os desafios forjaram a sua jornada e o levaram a empreender a Acuidar, rede de cuidado domiciliar.
A morte do pai por câncer de pele foi o ponto de inflexão na vida de Willian Boelcke. Ele transformou a saudade em motivação e se juntou a Lucas de Souza para desenvolver uma inteligência artificial que detecta lesões potencialmente malignas.
Mudar a realidade exige imaginação e compromisso coletivo. A afrofuturista Grazi Mendes conta como um diagnóstico de câncer a levou a entrar em contato com sua própria ancestralidade — e a transformar essa epifania em um livro.
Thaís Borges cresceu num ambiente de vulnerabilidade social, mas não deixou que sua origem definisse o seu destino. Ela conta como fez para crescer na carreira e se tornar mentora e investidora de negócios periféricos comandados por mulheres.
