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Empresa, convidada pela conferência a apresentar suas iniciativas, no painel “Usando o Poder ESG para Mudar o Mundo”, pretende se posicionar como protagonista ao mostrar ao mercado o caminho para chegar lá.
Italiano radicado no Brasil há mais de 20 anos, ele já dirigiu grandes corporações como a Unilever e a CBF; hoje investe no turismo sustentável e prova que é possível ter um negócio de sucesso sem derrubar uma árvore.
O ambientalista e economista Sérgio Besserman Vianna fala sobre suas expectativas para a conferência no Egito. “Haverá dois grandes temas: a justiça climática e a falta de implementação de metas assumidas”, projeta.
Roteiro, que foi foi prometido em Glasgow, no ano passado, traz ações para os setores de óleo de palma, soja e pecuária, visando proteger sistemas alimentares, meios de subsistência dos produtores e a biodiversidade.
Historicamente, a Conferência das Partes vem firmando acordos entre países que representaram avanços nos compromissos para a diminuição da emissão de gases de efeito estufa – mas ainda há muitos desafios a cumprir.
Luciana Parente, superintendente de Inovação do Grupo Águas do Brasil, fala sobre os sete desafios que a primeira edição do Torneira Lab, programa de open innovation da companhia, apresenta às startups do país. Inscrições se encerram nesta sexta (4/11)
Danielle Torres, sócia-diretora da KPMG e mestranda em Analytics no Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA), aponta que algoritmos tem vieses e refletem o comportamento da sociedade, chegando na gestão das empresas.
Para especialistas, tarifas mais pesadas recaem sobre famílias de baixa renda e migração para novas matrizes de energia precisa incluir no planejamento quem hoje tem que escolher entre comer ou pagar a conta de luz.
