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Empreendedores que transformam o mundo ao redor.
Empresas que constroem um legado positivo para a sociedade.
Os sócios Guilherme Pacheco e Luiz Filipe Maciel começaram oferecendo palestras e kits de compostagem doméstica. Entenderam, porém, que para gerar impacto precisavam mudar o foco do negócio – e criaram um serviço de coleta de resíduos e produção de adubo.
Fundada por Caio Queiroz em 2014, a empresa de gestão e marketing ambiental atua em sete cidades litorâneas implementando ações de sustentabilidade que engajam prefeituras e a iniciativa privada (e já ajudou Paraty a triplicar o volume de material reciclado).
O fundador Leonardo Letelier está à frente do braço sem fins lucrativos da empresa, que recebe recursos de pessoas físicas e jurídicas e nos últimos três anos movimentou mais de R$ 20 milhões para alavancar iniciativas de empreendedorismo social no país.
Na adolescência, Daniele da Mata trabalhava em uma fábrica de cosméticos enquanto cursava o Ensino Médio à noite. Agora, a empreendedora luta para que as grandes marcas do setor ampliem a oferta de produtos para mulheres negras.
Autor de uma biografia do rapper Sabotage, Toni Carlos (ou Toni C.) fala sobre os desafios do negócio que criou em 2011 – e conta como vem conseguindo crescer mesmo com a crise no mercado editorial.
Depois de se afastar do trabalho para cuidar da filha, Gisela Heizenreder Cury se aproximou do terceiro setor e criou um projeto social que gera renda e trabalho para mulheres de comunidades carentes.
Fundada pelo engenheiro ambiental Felipe Gasko, da Fazenda Malabar, e mais quatro sócios, a empresa engaja moradoras de Paraisópolis no preparo de pratos plant-based com ingredientes sazonais, pedidos via app e entregues para clientes no centro expandido de São Paulo.
Em crise profissional aos 52, Luciana Caran buscava algo que lhe “falasse à alma”. Ela conta por que decidiu investir na produção de panos de algodão que substituem o plástico-filme — e os percalços e aprendizados dessa trajetória.
Adolfo Duarte começou a remar na represa, na Zona Sul da cidade, para superar a morte do filho. Engajou jovens da região com aulas de canoagem e construção de ecopranchas, e agora organiza passeios de barco que sustentam projetos sociais.
Quando a primeira ideia (construir casas sustentáveis) não deu certo, as sócias Flávia Cunha e Luciana Annunziata criaram um novo negócio que propõe soluções para otimizar o aproveitamento e a destinação de resíduos.
