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Negócios de escala. Empresas feitas para crescer rapidamente.
Empreendedores que se movem pela geração de riqueza.
A plataforma surgiu chacoalhando o segmento, agilizando processos e dispensando fiador. Nos últimos anos, reposicionou-se como parceira das imobiliárias (para alcançar clientes mais “offline”) e recebeu um aporte de US$ 250 milhões que catapultou seu valor de mercado.
Capitaneada pelo fundador Sérgio Mascarenhas, 91, a startup de São Carlos (SP) desenvolveu um sensor não-invasivo, inédito no mundo, para avaliar o estado clínico dessa função cerebral dos pacientes — e quer impactar 1 bilhão de pessoas na próxima década.
Residente do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá, em Belém, a empresa de Marcelo e Fábio Chaar criou uma plataforma de gestão de obras usada por pequenas empresas do setor que pretende dar fim a imprecisões orçamentárias na construção civil.
Criada por meio de um financiamento coletivo, a startup de Piracicaba (SP) facilita a vida dos bancos, automatizando a gestão desses ativos, e aplica inteligência artificial para identificar os melhores canais de venda com base num histórico de 2,3 mil imóveis negociados.
Um “incômodo visceral” com o baixo número de ocupantes por veículo no trânsito paulistano motivou os empreendedores a criar a plataforma B2B, que já conta 37 mil usuários de 17 empresas e 150 mil caronas realizadas, evitando a emissão de gases do efeito estufa.
As vendas de carros vinham despencando. O potiguar Tiago Fernandes vendeu o seu e empreendeu criando uma startup que atende quase 600 concessionárias em 17 estados com uma plataforma para gestão de conteúdos, organização de leads e mensuração de resultados.
Carolina Dassie investiu em tecnologia, pivotou seu negócio e hoje oferece uma solução de inteligência artificial que, por meio de um app, tenta prevenir afastamentos no ambiente corporativo, estimula a atividade física e dá dicas de nutrição aos funcionários.
O CEO Piero Contezini aprendeu a programar em casa, começou a empreender aos 16 como White Hat, testando a segurança de sistemas, e hoje está à frente da startup com foco em microempreendedores, que prevê transacionar até R$ 150 milhões mensais nos próximos 12 meses.
Um dispositivo coleta e transmite até 5 mil dados diários, que permitem aos clientes (já são cerca de mil) controlar gastos com combustível, programar manutenções e saber se os motoristas estão cumprindo as rotas no prazo certo, sem infringir as leis de trânsito.
Somos campeões mundiais em processos: há mais de 100 milhões tramitando no país neste momento. Essa barafunda traz desafios e oportunidades para startups que investem em automação e gestão de documentos, análise de dados e resolução de conflitos online.
