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A juventude precisa manter a cabeça fria, superar o medo do futuro e aproveitar a quarentena se aprimorando para o mercado de trabalho pós-pandemia. Essa é a visão de Victor Haruo, CEO do hub Inspirando Jovens, que vem atuando contra a crise por meio da oferta gratuita de conteúdos e oportunidades de networking online, incluindo bate-papos sobre carreira, liderança e autoconhecimento.
O empreendedor Eduardo L’Hotellier constatou que a demanda em alguns segmentos oferecidos por sua plataforma despencou nas primeiras semanas de transmissão local do coronavírus no Brasil. A startup reagiu lançando o “Ninja Remoto”, que ajuda clientes a fazerem reparos em casa por meio de um atendimento online.
A pandemia da Covid-19 obrigou a escola de escrita criativa de Noemi Jaffe a fechar temporariamente seu espaço na Vila Madalena, em São Paulo, e a dar uma pausa nas expedições literárias. As aulas, porém, seguem a todo vapor, agora em encontros virtuais. E a professora-escritora garante: ler e escrever são atividades terapêuticas e ajudam a combater a solidão do confinamento.
Da Vale à Fapesp, companhias e instituições estão organizando uma reação ao coronavírus por meio de editais para estimular a criação de respostas rápidas e efetivas que minimizem os efeitos da crise. Veja como participar.
Sem sede fixa, com três sócios baseados em cidades diferentes, a fintech agiliza pagamentos e oferece contabilidade e conta digital para pessoas que trabalham em casa prestando serviços a empresas estrangeiras. E mesmo com a equipe enxuta (que faz rodízio no atendimento ao cliente), pretende triplicar o faturamento.
Com o mundo em home office por conta do coronavírus, a demanda por serviços de entrega disparou. O delivery de comida, porém, não é feito apenas por gigantes como iFood e Rappi. Para ajudar os paulistanos em busca de um almoço saudável, republicamos nossa reportagem sobre a duLocal, que quer redesenhar o sistema alimentar vendendo refeições orgânicas preparadas por moradoras de Paraisópolis.
Na semana em que empresários polemizaram nas redes sociais com posts sobre o custo econômico de uma quarentena prolongada, Rogério Silva, sócio da Pacto Organizações Regenerativas, propõe cinco estratégias para o manejo do sofrimento psíquico (e contra o "salve-se quem puder") nas relações profissionais em tempos de coronavírus.
Num momento em que resiliência é a palavra de ordem, empreendedores se unem para evitar a disseminação do coronavírus com ações simples, mas efetivas. Entre elas, a liberação dos funcionários para o trabalho remoto e o apoio a prestadores de serviços autônomos.
O trabalho remoto abre as portas corporativas a talentos até então "invisíveis", tornando-se um trunfo para companhias realmente interessadas na formação de equipes mais plurais (resta saber se a lição terá sido aprendida quando a pandemia da COVID-19 chegar ao fim).
Essas supermáquinas estão trabalhando na descoberta de medicamentos para tratar os sintomas da Covid-19. Em outras situações emergenciais, como a epidemia dos vírus Ebola, em 2014, e a Zika, em 2015, essa tecnologia já teve sucesso. Entenda.
