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Empresas de saúde levam tempo para serem construídas. E impactam a vida de milhões de pessoas. Luiz Henrique Noronha, sócio da DNA Capital, conta como a gestora de fundos de investimento busca apoiar as healthtechs mais promissoras do país.
A instituição investe tanto diretamente nos negócios como por meio de organizações dinamizadoras – que, por sua vez, apoiam ONGs, cooperativas ou startups que geram impacto social.
A startup realiza auditorias e emite certificações no caso do cumprimento dos requisitos obrigatórios. O sistema ainda instala QR Codes no estabelecimento para que qualquer pessoa possa reportar eventuais problemas.
Serão selecionadas startups em estágio inicial, de crescimento e operação e as soluções não precisam estar relacionadas a planos de saúde. As inscrições vão até o dia 25 de abril.
O estudo GrowthReport: Inovação em Saúde, elaborado pelo time da consultoria de inovação corporativa e disponível a partir de hoje gratuitamente, traz ainda números do setor e algumas das healthtechs mais promissoras, entre outras informações estratégicas.
Com o estresse e o isolamento na pandemia, aumentam o risco de dores na coluna e de quedas, sobretudo entre idosos. O aplicativo da TechBalance usa algoritmos e sensores embutidos no celular para avaliar a sua postura corporal e sugerir tratamentos.
Foram 123 startups inscritas, 25 selecionadas para o pitch e 12 escolhidas para o primeiro processo de aceleração desenvolvido pelo Vibee, o hub de inovação da Unimed VTRP. E isso foi só o começo: o Vibee quer muito mais e já anuncia sua próxima rodada.
