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Gente que trouxe a disrupção para a própria vida.
Hackers que inovaram radicalmente em suas trajetórias pessoais.
Helena tinha 8 meses quando provou purê de batata – e teve uma severa reação anafilática. Sua mãe, Maira Figueiredo, conta como ela e o marido criaram então a NuRótulo, startup com a missão de ajudar pessoas com restrições alimentares.
Fernanda Piccolo Huggentobler não se viu representada ao estudar a história da comunidade LGBT+ no Brasil. Ela criou o projeto Documentadas e hoje roda o país fotografando casais de mulheres (lésbicas, bissexuais, cis e transgêneras).
Ele comprou o apartamento dos sonhos, mas não pode nem aproveitar a piscina. Fabiano D’Agostinho narra a sua saga (ainda em curso) para garantir o seu direito de circular livremente pelo condomínio com a sua cadeira de rodas.
A maternidade perfeita é uma ilusão: foi o que Cris Vasconcelos descobriu após um parto traumatizante e uma amamentação difícil. Dessa experiência ela tirou forças para fundar a Ohana, uma comunidade com a missão de acolher todas as mães.
Um dia, a psicóloga Julia Rangel decidiu subir o morro do Cantagalo, no Rio de Janeiro, movida pela vontade de ajudar. Ela fala sobre os desafios e o impacto da Rede Postinho, que mobiliza voluntários para oferecer atendimento gratuito.
O trabalho como jornalista desgastava a saúde mental de Amanda Ansaldo. Ao se tornar mãe, ela decidiu dar um basta, se reconectou ao gosto por artesanato e hoje usa as redes para ensinar milhares de mulheres a produzir peças em tecido.
A dignidade menstrual deveria ser parte da vida de todas as meninas e mulheres, mas no Brasil não é assim... Adriana Farhat conta como despertou para o tema e cofundou a Re.ciclos, que produz, vende e doa absorventes de tecido reutilizáveis.
Thais Bitran precisou reduzir a exposição ao sol e tomar suplementos de vitamina D após um diagnóstico de câncer de pele. Ela conta como esse cuidado com a saúde a inspirou a se reinventar e empreender uma marca de nutricosméticos.
O brasileiro Gabriel Saruhashi conta como e por que fundou, nos EUA, uma ONG que fortalece os laços dos detentos com o mundo fora da prisão e uma empresa que ajuda na reinserção através de treinamento vocacional.
Val Munduruku conta como se tornou ativista das causas indígena e ambiental, fala sobre a série documental que apresenta com a cantora Maria Gadú e o uso das redes sociais para dar visibilidade à luta dos povos originários do Brasil.
