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Empreendedores que transformam o mundo ao redor.
Empresas que constroem um legado positivo para a sociedade.
Capuchinha, bertalha, cará-moela, uva-do-mato… Ervas daninhas? Não: comida. Acelerada por Red Bull e Facebook, a Mato quer crescer colocando as PANC na “boca do povo”. Literalmente.
Há mais de 300 mil refugiados vivendo no Brasil. Saiba como estudantes universitários do Rio de Janeiro criaram um negócio social que capacita e conecta essas pessoas em situação de vulnerabilidade a empresas da área de tecnologia.
A quarentena colocou a faxina no centro da vida familiar. Que tal receber em casa cápsulas de produtos de limpeza à base de ativos naturais? Essa é a proposta da Yvy, que dobrou o número de assinantes com a Covid-19.
A plataforma de recrutamento digital usa recursos de vídeo para facilitar a busca por novos talentos. E, com a opção de entrevista às cegas, quer tornar o processo seletivo mais justo. Entenda como funciona (e conheça as empresas que já vêm apostando nessa modalidade).
A absurda desigualdade social brasileira encontrou no coronavírus um aliado. Para lutar contra essa realidade, a healthtech baiana conecta profissionais de saúde e pacientes negros por meio de um serviço 0800. Conheça o Telecorona da Periferia.
Criado a partir de um grupo de WhatsApp, o projeto adquire cestas a preço de custo e abastece populações carentes com orgânicos frescos. Agora, por meio de doações recorrentes, os empreendedores querem intensificar o impacto e seguir atuando no cenário pós-pandemia.
Fundador da produtora A Banca, DJ Bola ajudou a tirar o Jardim Ângela do topo da lista de bairros mais perigosos do planeta. Agora, à frente da Articuladora de Negócios de Impacto da Periferia (ANIP), luta para promover microrrevoluções na quebrada.
Um estudo sobre estereótipos de gênero diz que, aos 6, meninas já se consideram menos brilhantes do que os meninos. Para reverter os efeitos dessa lógica cruel, Carine Roos e Amanda Gomes fundaram a ELAS, que se intitula a primeira escola de liderança feminina do Brasil.
Os sócios da empresa que conecta pessoas mais vividas a jovens acreditam que ficar em casa, no período de isolamento, não significa necessariamente estar só. Durante a crise, os fundadores decidiram continuar prestando o serviço virtualmente, permitindo que voluntários realizem compras para os idosos e os mantenham entretidos e, em segurança, com vídeo chamadas, ligações e áudios.
