Fenômeno nas redes falando de paternidade, Marcos Piangers, autor do best-seller “O Papai É Pop”, conta ao Draft como foi ser criado por uma mãe solo, o que errou e aprendeu com as próprias filhas e o que significa ser pai hoje.
É duro empreender num setor cercado de polêmica e à espera de regulamentação. Fundadora da Kaya Mind, empresa de inteligência de mercado com foco em cannabis, Maria Eugenia Riscala fala sobre os desafios e as oportunidades em torno da planta.
Durante 12 anos, Flávia Tafner se desdobrou para acolher Cláudio, seu marido, que sofria de esclerose lateral amiotrófica. Ela conta como transformou essa experiência num livro e o que aprendeu sobre o real significado de cuidados paliativos.
O Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas no mundo. Tatiana Pimenta conta como buscou terapia após encarar uma relação abusiva e hoje, à frente da Vittude, ajuda corporações no apoio à saúde mental dos seus funcionários.
Juliana Jacinto e Pedro Franco não tinham ligação com o universo das motos até adquirir, em 2009, a marca de um festival brasiliense. Saiba como o casal turbinou o Capital Moto Week, que deve receber 800 mil pessoas a partir desta quinta, 18.
Turistar e trabalhar ao mesmo tempo é o sonho de muita gente, mas exige planejamento e jogo de cintura. Oito meses, 14 países e 26 cidades depois, Ana Sofia Gala conta o que ela e o companheiro aprenderam desde que viraram nômades digitais.
Diante de uma doença terminal ou debilitante, como se despedir mais cedo com afeto e sem riscos jurídicos para quem fica? Criador do Draft e da plataforma Boamorte.org, Adriano Silva fala sobre o debate em torno dos direitos de fim de vida.
Nicolle Merhy, ou Cherrygumms, deixou a faculdade para ser jogadora profissional de videogame. Aos 27, ela é hoje CEO do time Black Dragons e ainda ajuda marcas a investir num mercado que deve faturar US$ 100 milhões no Brasil em 2024.
O jornalista André Naddeo sentia-se estagnado, até que deixou a carreira e foi viver um tempo num campo de refugiados na Grécia. Ele decidiu então se desfazer de suas posses para ser mais livre e acolher imigrantes por meio de uma ONG.
Diante da tragédia ambiental que vem devastando o Rio Grande do Sul, seria possível paralisar o Campeonato Brasileiro em solidariedade — e, ao mesmo tempo, canalizar a força do futebol em prol das pessoas desabrigadas?