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Com sua startup, Renato Paquet lançou o conceito de crédito de logística reversa. Hoje, a Polen desbrava novas frentes para ajudar a destravar a economia circular no Brasil e criar condições dignas de trabalho para os catadores autônomos.
Como canalizar recursos (financeiros, humanos, tecnológicos) para criar um futuro sustentável através de negócios lucrativos? Pablo Handl fala sobre o Impacta Mais, fórum de economia de impacto que ocupa a capital paulista na semana que vem.
Uma das pioneiras desse tema no Brasil, Beatriz Luz ilumina o debate sobre economia circular, fala sobre as organizações que criou e o desafio urgente de impulsionar a transição para um mundo de produção e consumo sustentáveis.
Como separar compromisso ambiental de verdade do que é puro greenwashing? Cinthia Gherardi, co-CEO do Sistema B Brasil, fala sobre os novos critérios de certificação de Empresas B, um universo que já abrange mais de 500 organizações no país.
Num setor ainda marcado pelo desperdício e pela pressa, a CÓS faz o movimento oposto: trabalha com o que já existe, valoriza o tempo de quem produz e mostra que é possível unir moda e responsabilidade sem abrir mão da beleza.
Parece café, mas é açaí: saiba como duas empreendedoras baseadas em Belém aproveitam os caroços do fruto amazônico para agregar valor à cadeia produtiva, fortalecer a economia circular e contribuir para a preservação da biodiversidade.
Gabriela Yamaguchi trabalhou por anos no jornalismo até migrar para o Terceiro Setor. Ex-diretora do WWF-Brasil, ela fala sobre a difícil transição de carreira, as estruturas arcaicas que impedem mudanças efetivas e diz o que espera da COP30.
O mercado ainda não estava pronto quando a Positiv.a surgiu, em 2016, oferecendo um kit de limpeza sustentável por assinatura. A empresa reajustou a rota, lançou novos produtos e agora sonha em atingir um em cada cinco lares do país até 2030.
Membro do grupo “Guardiões Planetários”, o climatologista Carlos Nobre fala sobre a degradação dos biomas brasileiros e dois de seus projetos: o Amazônia 4.0, de laboratórios flutuantes; e o AmIT, que pretende ser um “MIT da Floresta”.
Com a Confluência das Favelas e a Corre, Jairo Malta faz o dinheiro para reparações climáticas e causas sociais chegar nas quebradas. Mas sua grande correria é mostrar às comunidades periféricas como captar esses recursos por conta própria.
