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Tássia Hallais conta como e por que decidiu abordar o tema da violência sexual em um livro infantil, empregando uma linguagem lúdica e delicada para ajudar crianças a identificar abusos e a se proteger em situações de risco.
Na semana da Festa Literária Internacional de Paraty (em formato presencial após dois anos de pandemia), fomos entender o sucesso e o modelo de negócio da Patuá, que revela novos autores e publica alta literatura em pequenas tiragens.
As escolhas profissionais são um exercício de autoconhecimento. Com frequência, aquilo que você mais queria se revela algo não tão legal assim. E uma atividade que você desprezava se mostra uma alternativa muito bacana.
Você tem um livro pronto na gaveta, mas nenhuma editora interessada? Conheça o Clube de Autores, uma plataforma de autopublicação em que o cliente decide como e onde distribuir sua obra (e quanto quer cobrar por ela).
Há anos trabalhando em home office, Gisele Mirabai tocava uma rotina agitada de viagens e reuniões de trabalho, quando a Covid-19 se abateu sobre nossas vidas. A resposta que ela encontrou? Apostar na criatividade.
Ao finalmente realizar o sonho de abrir uma livraria, a consultora Monica Carvalho viu a clientela sumir devido ao isolamento social. Ela conta os desafios da transição de carreira e como criou novos canais de venda para manter o negócio de pé durante a pandemia.
A pandemia da Covid-19 obrigou a escola de escrita criativa de Noemi Jaffe a fechar temporariamente seu espaço na Vila Madalena, em São Paulo, e a dar uma pausa nas expedições literárias. As aulas, porém, seguem a todo vapor, agora em encontros virtuais. E a professora-escritora garante: ler e escrever são atividades terapêuticas e ajudam a combater a solidão do confinamento.
A roteirista Fernanda Sarkis Coelho imaginou um aplicativo em que jequitibás, ipês-amarelos e outras espécies narram contos para crianças. Depois de sete anos, ela enfim conseguiu transformar a ideia em realidade. Para isso, contou com a ajuda da Fundação SOS Mata Atlântica, de amigos, autores, especialistas e de artistas como Lenine, Ney Matogrosso e Fernanda Takai.
Fundada em 2014, a TAG tem hoje 50 mil assinantes-leitores e faturou R$ 26 milhões em 2018. Agora, outras empresas testam novas propostas e ajudam a expandir um formato que já atrai grandes editoras, interessadas em incrementar a relação com seu público.
