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Gente que trouxe a disrupção para a própria vida.
Hackers que inovaram radicalmente em suas trajetórias pessoais.
Após a maternidade, Cláudia Pappacena não se sentiu acolhida no mercado de trabalho. Ela conta como superou a angústia de ver sua dedicação ser questionada – e criou uma empresa que hoje dá suporte a mães freelancers.
Duda Henriques encarou uma dupla guinada: reinventar-se profissionalmente enquanto se assumia como uma mulher trans. Mais unidas do que nunca, ela e a filha Helena hoje pilotam a Mina, que cria joias, estampas e caleidoscópios.
O casal Bruno Piva e Larissa Yazbek decidiu embarcar numa viagem “sem fim” para conhecer projetos educacionais e aprimorar sua própria edtech. Ele conta o que descobriram – e as vantagens e desvantagens de viver sem endereço fixo.
Ao ficar paraplégico, Fabiano D'Agostinho achou que teria de engavetar o sonho de fazer o Caminho de Santiago. Com o apoio de amigos e adaptações na cadeira de rodas, ele completou o trajeto — e divide agora os aprendizados.
“Era tanto ego, tanto narcisismo, que comecei a adoecer”: Thays Aldrighe conta como rompeu com a hierarquia do mundo corporativo e hoje atua em projetos de gestão de marcas através da Rede TECERE, onde ninguém é chefe de ninguém.
Gisele Gengo perdeu familiares queridos para o câncer, até receber seu próprio diagnóstico. Ela conta como superou o medo e usou sua especialização em psicologia positiva para criar projetos que apoiam mulheres em tratamento.
Valdir Cimino conta como abraçou o trabalho voluntário e fundou a Associação Viva e Deixe Viver, que recruta e treina pessoas para melhorar a qualidade de vida de pacientes infantis por meio da leitura (são mais de 20 mil livros lidos por ano).
Luciana Sato conta por que, após deixar o mundo corporativo, decidiu empreender uma consultoria que ajuda a humanizar relações de trabalho e a lapidar a liderança consciente e a inteligência emocional dentro das organizações.
Breno Perrucho perdeu o pai cedo e se comprometeu a multiplicar o dinheiro que herdou. Ele conta como apostou no digital (e largou o curso de medicina) para virar influencer de finanças com milhões de inscritos em seu canal.
Ser dona do seu próprio negócio? Não, obrigada. Era assim que pensava Marta Luconi. Ela conta como mudou de ideia e topou tocar a Central da Visão, que facilita o acesso a tratamentos oftalmológicos a quem não tem plano de saúde.
