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Gente que trouxe a disrupção para a própria vida.
Hackers que inovaram radicalmente em suas trajetórias pessoais.
Na infância, Marina Amaral teve de mudar a alimentação e se exercitar para lidar com o ganho de peso devido ao hipotireoidismo. Adulta, ela deu uma guinada na carreira e desenvolveu o Lia, uma plataforma para fortalecer o bem-estar feminino.
Leo Longo e Diana Boccara vivem sem residência fixa há dez anos. Ele conta como, entre acertos e passos em falso, abraçaram o nomadismo digital e hoje tocam projetos como o duo de filmmakers e documentaristas Couple of Things.
Franca, no interior de São Paulo, respira basquete, mas viu o time local afundar em dívidas e derrotas. Criada na cidade, a repórter Maisa Infante conta como a equipe voltou a vencer e retomou seu lugar de maior potência do esporte no país.
Irmãs gêmeas, Cláudia e Kátia Alencar fizeram história como atletas de remo e polo aquático. Hoje elas estão à frente do Instituto Esporte pelo Planeta, que apoia a comunidade esportiva e populações vulneráveis contra as mudanças climáticas.
Durante 12 anos, Flávia Tafner se desdobrou para acolher Cláudio, seu marido, que sofria de esclerose lateral amiotrófica. Ela conta como transformou essa experiência num livro e o que aprendeu sobre o real significado de cuidados paliativos.
Grávida no começo da pandemia, Thais Lopes resolveu ajudar a construir um país melhor para a sua filha. Deixou a carreira corporativa e fundou a Mães Negras do Brasil, negócio de impacto com foco no desenvolvimento desse grupo de mulheres.
Um dia, Daniel Gaggini viu que não sentia mais prazer em atuar. Ele se reinventou e hoje produz de séries para o streaming a um documentário sobre Luiz Melodia, além de um festival de cinema 60+ e uma mostra de teatro em Heliópolis.
Nos anos 1990, Medellín chegou a ser considerada a cidade mais violenta do mundo. A colombiana Ana Correa conta como reinventou sua vida no Brasil e cofundou a Taqe, plataforma que conecta candidatos, empresas e instituições de ensino.
Dormir mal pode causar ansiedade, perda de foco, esgotamento e até depressão. Julia Camara conta como, após noites em claro, criou a Dreamz, marca de achocolatado que inclui melatonina e outras substâncias para melhorar a qualidade do sono.
Pouco se fala sobre o envelhecimento de pessoas LGBT+. Para combater essa invisibilidade (e o clichê de “literatura regional”), a dramaturga não-binária Euler Lopes resolveu se aventurar em seu primeiro romance, ambientado em Sergipe.
