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A jornalista e professora de meditação Talissa Monteiro estava cansada de ter a atenção sugada pelas redes sociais. Ela organizou então sua rotina e, de quebra, lançou o Clube do Offline para ajudar outras pessoas a reduzir o tempo de tela.
O editor João Varella, da Lote 42, conta como o Mapa das Livrarias de Rua de São Paulo, criado às pressas por um coletivo, ganhou forma e já inspirou até uma iniciativa semelhante em outra parte do país.
Em meio à COP30, Bebel Abreu autografa hoje o cordel “Viagem a Belém”, na capital paraense. E conta ao Draft como a Bebel Books, criada há 15 anos como um selo experimental, cresceu, lançou fenômenos de venda e internacionalizou seu catálogo.
Pouco se fala sobre o envelhecimento de pessoas LGBT+. Para combater essa invisibilidade (e o clichê de “literatura regional”), a dramaturga não-binária Euler Lopes resolveu se aventurar em seu primeiro romance, ambientado em Sergipe.
Foi em Herculano, na Itália, que Roberto Borges pediu Régis Mikail em casamento. A cidade soterrada pelo vulcão Vesúvio hoje dá nome à Ercolano, editora do casal que garimpa obras esquecidas para uma nova geração de leitores.
O Brasil é um país de leitores? Tainã Bispo acredita que sim. Ela migrou de carreira, criou duas editoras independentes (a Claraboia, que só publica mulheres, e a Paraquedas), um selo editorial e um serviço de apoio a escritores iniciantes.
“Mais livros, menos farmácias”: como um grupo de uma centena de amigos – na maioria, profissionais da saúde – se uniu em torno desse mantra e do amor pela literatura para pôr de pé a Casa 11, onde o lucro importa menos que o propósito.
Cega desde os 13 anos, Maria Carvalhosa sofria com a falta de bons audiolivros nacionais. Junto com Daniela Thomas, Beatriz Bracher e Mariana Beltrão, ela hoje pilota a Supersônica, que publica obras literárias narradas por artistas brasileiros.
Você sabe o que é biblioterapia? A professora Christyanne Bueno conta como uma pós em contação de histórias e a experiência como palhaça em hospitais a levaram a entender e divulgar o poder da leitura enquanto prática terapêutica.
A praça é dos livros: Paulo Werneck, fundador da revista literária Quatro Cinco Um, conta como ele e o arquiteto Alvaro Razuk tiraram do papel A Feira do Livro, cuja segunda edição ocupa (até domingo) a área diante do Estádio do Pacaembu.
