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Empreendedorismo como um estilo de vida.
Empreendedores que transformam aquilo que mais gostam de fazer em um negócio.
Isabela Chusid ouviu do ortopedista que precisava de um calçado mais confortável. Insatisfeita com as opções, criou a Linus, marca de sandálias recicláveis, anatômicas e 100% veganas, sem plastificantes de origem animal.
Sem espaço nas feiras de artesanato de São Paulo, a ilustradora Ana Ribeiro decidiu criar seu próprio evento. Saiba como a Ofício evoluiu para superar os desafios da pandemia e seguir fortalecendo a criatividade das mulheres.
Hits como “Parasita”, “Round 6” e o gênero K-pop não nascem do acaso. Saiba como a WIP acelera projetos de entretenimento e os conecta a canais, plataformas e estúdios para catapultar a indústria cultural do Brasil.
Fugindo da correria urbana, o francês Jean François Daniel se fixou na serra paulista e abriu a microchocolateria Uma Doce Revolução. Só não imaginava o dilema de conciliar a gestão do negócio e o modo de vida que escolheu.
Maryana Rodrigues, a “Maryana com Y”, superou um burnout quando saúde mental ainda era tabu. Hoje, ela canaliza sua irreverência para pilotar a consultoria HumorLab, que ajuda empresas estimulando a alegria no trabalho.
O imaginário em torno da vida no campo é fértil em conexões afetivas. Saiba como o Arado cria produtos autorais e projetos para marcas que querem se conectar com o público através de narrativas ligadas à cultura caipira.
A Covid-19 acelerou a adoção do home office, mas o conceito de trabalho remoto vai muito além. Saiba como a Officeless prepara empresas para se tornarem “remote first”, com times mais produtivos e satisfeitos.
Apenas 3% das maiores empresas do Brasil são comandadas por mulheres. Para entender como reverter esse quadro, fomos atrás de projetos que trabalham para catapultar a presença feminina na alta liderança.
O modelo de educação corporativa baseado em workshops obrigatórios envelheceu mal. Entenda como a Nōvi desenha experiências de aprendizagem mais flexíveis para tornar empresas e colaboradores protagonistas dessa jornada.
A cenógrafa Helga Queiroz queria passar mais tempo em casa com a filha recém-nascida. Pivotou a vida e empreendeu a Mova Móbiles, que cria elegantes “esculturas flutuantes” à venda em grandes marketplaces de decoração.
