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A pandemia paralisou os trabalhos da atriz Heidi Monezzi e do ator e psicólogo Gustavo Andersen. Com o projeto “Quando a Arte Chama”, o casal encontrou uma maneira de pagar as contas apresentando músicas, poemas e narrações de histórias para crianças e adultos.
Criado a partir de um grupo de WhatsApp, o projeto adquire cestas a preço de custo e abastece populações carentes com orgânicos frescos. Agora, por meio de doações recorrentes, os empreendedores querem intensificar o impacto e seguir atuando no cenário pós-pandemia.
A psicóloga e jornalista Rosana Zakabi comenta as razões por trás do comportamento de quem insiste em negar a pandemia da Covid-19, sabotando a quarentena e colocando em risco a própria vida e a dos outros (dica: não é só por falta de empatia).
Segundo Claudia Rizzo, gerente de produtos de bem-estar e saúde, a felicidade no trabalho não é algo intangível: ela tem componentes palpáveis e que podem ser cultivados no dia a dia porque dependem do nosso olhar.
Pedro Ernesto Paro, CEO da Humanizadas, divide exemplos concretos de companhias que vêm tomando a frente na reação à crise da Covid-19. E questiona: estamos enfim diante do terremoto necessário para o próximo estágio evolutivo de nossas lideranças, organizações e da sociedade?
Fundador da produtora A Banca, DJ Bola ajudou a tirar o Jardim Ângela do topo da lista de bairros mais perigosos do planeta. Agora, à frente da Articuladora de Negócios de Impacto da Periferia (ANIP), luta para promover microrrevoluções na quebrada.
Renato Leal, da Weburn, vê um paralelo entre a transformação do setor fitness acelerada pela pandemia e a relação dos restaurantes com os apps de delivery. E avisa: as academias que não incorporarem conteúdos digitais vão perder mercado.
O isolamento social é um momento desafiador. Mas o psiquiatra Mauro Moore Madureira, do Hospital Israelita Albert Einsten, conta como é possível usá-lo para amadurecermos nossos relacionamentos.
