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No Brasil, quase sempre se empreende por falta de opção. A plataforma Inventivos combina aulas gravadas e ao vivo, gamificação e preço acessível para ajudar pessoas a criarem negócios em sintonia com as suas habilidades.
A Covid impôs um cenário sombrio a pequenos negócios que dependem do boca a boca e de gente na rua. A esperança agora vem através de startups que surgem com a missão de digitalizar às pressas o comércio informal.
Escapar da violência é muito mais difícil quando o agressor divide a casa com você. A Utopiar capacita e engaja vítimas de abuso doméstico na produção de roupas e acessórios sustentáveis, gerando renda e resgatando a autoestima.
A instituição investe tanto diretamente nos negócios como por meio de organizações dinamizadoras – que, por sua vez, apoiam ONGs, cooperativas ou startups que geram impacto social.
A união entre lucro e impacto social é ainda mais urgente e potente em tempos de crise. Maure Pessanha conta como a Artemisia fomenta esse ecossistema e quais setores guardam oportunidades para empreendedores sociais.
Trabalhando em parceria com várias instituições e programas sociais, o Instituto, que completa 16 anos em maio, já impactou mais de 1 milhão de pessoas – e vem evoluindo ao longo dos anos, conforme a sociedade se transforma. Confira aqui três dessas ações de sucesso.
O capitalismo gerou um modelo de jornadas de trabalho extenuantes, consumo desenfreado e busca incessante pelo lucro. Chegou a hora de (re)humanizar o mundo dos negócios – e você, empreendedor, é um agente fundamental dessa transformação.
Gilson Rodrigues, presidente do G10 das Favelas, que articula ações das maiores comunidades do Brasil, conta como nasceu e vai funcionar o G10 Bank, um banco para oferecer microcrédito e mentoria a empreendedores locais.
A absurda desigualdade social brasileira encontrou no coronavírus um aliado. Para lutar contra essa realidade, a healthtech baiana conecta profissionais de saúde e pacientes negros por meio de um serviço 0800. Conheça o Telecorona da Periferia.
É normal que 20% da população brasileira não tenha acesso a água para lavar as mãos? Ou que saúde e educação de qualidade sejam para poucos? Anna de Souza Aranha e Gabriela Bonotti, diretoras do Quintessa, explicam como o movimento #ONovoNormal quer atacar essas questões.
