A disseminação desenfreada da inteligência artificial vai destruir a criatividade humana? O ilustrador Danilo Aroeira conta por que decidiu escrever um manifesto conclamando artistas contra o uso de IA, e fala sobre o futuro de sua atividade.
Frustrados com a carreira, Wesley Klimpel e Patricia Pamplona resolveram cair na estrada e abraçar a vida de viajantes em tempo integral. Hoje, por meio do blog Sem Chaves, eles dividem dicas e histórias de suas andanças pelo mundo.
Exceção numa indústria ainda muito masculina, Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil, fala sobre ética no dia a dia corporativo e como a empresa usa inteligência artificial generativa para ajudar clientes a bater metas de sustentabilidade.
O avanço da inteligência artificial levanta dilemas complexos em torno dos limites do direito autoral. Coordenadora de uma obra sobre o tema escrita por mulheres especialistas em tecnologia, Tatiana Campello comenta os desafios desse debate.
A criação de petições, contestações e outras peças jurídicas toma tempo e custa caro. Saiba como a Lexter.AI lança mão da tecnologia para agilizar o trabalho de grandes escritórios e advogados autônomos — e democratizar o acesso ao direito.
Visão holística, uso combinado de tecnologias e ética nos negócios: em entrevista exclusiva ao Draft, a holandesa Marga Hoek, fundadora e CEO do think tank Business For Good, crava a receita para viabilizar o futuro e salvar o planeta.
Candidato a vereador, Pedro Markun quer o voto dos paulistanos com uma “chapa híbrida” entre ser humano e inteligência artificial. Ele conta ao Draft os bastidores da iniciativa — e por que a presença de IA na política é um caminho sem volta.
Além de degradante para as vítimas, o trabalho análogo à escravidão traz prejuízos financeiros e reputacionais às empresas envolvidas em denúncias. Entenda os principais pontos de atenção para evitar a negligência na seleção de fornecedores.
Master System, Mega Drive… Nos anos 1990, a Tectoy chegou a vender 2 milhões de consoles, até entrar em crise. O CEO Valdeni Rodrigues conta como a empresa desbravou outra indústria — meios de pagamentos — sem abrir mão dos jogos eletrônicos.
Em 2030, o número de idosos vai ser maior do que o de crianças de 0 a 14 anos. Com as pessoas vivendo mais e a dificuldade de se aposentar, será que os profissionais maduros vão dominar o mercado de trabalho?